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Moraes autoriza Cid a viajar para competição de hipismo

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou o tenente-coronel Mauro Cid a viajar para São Paulo por sete dias para acompanhar a filha menor de idade em eventos esportivos. A decisão atende a um pedido da defesa do militar, que ainda vai participar de uma competição e de uma premiação de hipismo.

Mauro Cid, ex-assessor do ex-presidente Jair Bolsonaro, encontra-se em liberdade provisória desde o ano passado, mas com uma série de restrições impostas pela Justiça.

A medida, comum em processos criminais, exige que o acusado cumpra diversas obrigações, como a proibição de deixar Brasília, onde reside. Além disso, ele é obrigado a usar tornozeleira eletrônica.

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Cid também precisa comparecer semanalmente ao Supremo, o que reforça o caráter cautelar dessa liberdade, enquanto o processo judicial segue seu curso.

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A liberação concedida por Moraes tem caráter provisório. Ou seja, não altera as medidas cautelares impostas pelo Supremo.

Moraes, Gonet e os dois pesos para a delação

A delação de Mauro Cid sobre o envolvimento do ex-presidente Jair Bolsonaro em uma suposta trama golpista fundamenta as acusações aceitas pela Suprema Corte contra o ex-presidente. O tenente-coronel foi formalmente indiciado, juntamente de Bolsonaro e outros acusados, e agora também se tornou réu.

Bolsonaro e parte da sua equipe de advogados | Foto: Rosinei Coutinho/STF
Bolsonaro e parte da sua equipe de advogados | Foto: Rosinei Coutinho/STF

No entanto, a Procuradoria-Geral da República, sob a liderança de Paulo Gonet, considerou inconsistente o depoimento de Cid sobre a fraude em certificados de vacinação que envolvem Bolsonaro. Isso resultou no arquivamento do caso, relatado por Moraes.

Sem ressentimentos

Em recente entrevista ao jornal Folha de S.Paulo, o ex-presidente Jair Bolsonaro disse que, durante seu governo, Mauro Cid tinha um excesso de atribuições e acrescentou que a delação do ex-ajudante de ordens foi feita sob tortura. Indagado se estaria decepcionado com Cid, Bolsonaro respondeu que não iria comentar.

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